Momento Panini - Gaetano D'Agostino
Reconhecimento mais do que justo para este meia que, apenas depois de muita persistência galgou seu espaço no aguerrido futebol italiano, chegando à Azzurra - com a qual estreou em junho último contra o selecionado da Irlanda do Norte - como coroação de uma temporada estupenda na regia do centrocampo da Udinese.

Se aquela presença isolada foi suficiente para D'Agostino conquistar seu primeiro (e até aqui único) Scudetto, na temporada seguinte este meia de passe refinado foi levado a conhecer outra realidade, vez que cedido ao Bari, in comproprietà, dentro da tratativa que levou Cassano à Trigoria.
Já então regista di centrocampo, foi nos gramados del campionato cadetto que D'Agostino encontrou as condições ideais para crescer, figurando como protagonista nas duas temporadas que passou na Puglia.
De volta à Roma, D'Agostino viveu uma das suas melhores temporadas participando de 16 partidas e marcando 1 gol (na vitória externa contra o Lecce pela 28ª rodada) no campeonato 2003/2004 (figurinha do alto), bem como conquistando um posto na Under 21 de Gentile, com a qual conquistou o campeonato europeu da categoria.
Só que a escalada de uma das mais fulgurantes promessas do calcio sofreu um forte revés na stagione 2004/2005, quando, obscurizado pelos vários Aquilani, Dacourt, De Rossi e Perrotta, D'Agostino participou de apenas 6 partidas antes de se transferir ao Messina em janeiro de 2005, sempre in comproprietà.Exímio nas bolas paradas, D'Agostino até hoje nutre um grande carinho pela sociedade giallorossa, mas depois de um ano e meio defendendo i peloritani (com 5 gols em 42 partidas) passou à Udinese, recebendo, inicialmente, la maglia numero 4 até então pertencente ao storico capitano Bertotto.
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